Um youtuber chamado Sparkles expôs um novo tipo de cheat utilizado no Counter-Strike: Global Offensive por jogadores semi-profissionais da ESEA e FACEIT. A trapaça não é um programa ilegal, mas um hardware que é utilizado no computador e funciona como placa de vídeo ou de rede, tornando-o quase indetectável para todos os anti-cheats.

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O processo é complexo e difícil de ser executado, mas quando configurado da maneira correta, permite que o trapaceiro tenha trigger bot, force hit, aimbot e recoil control. Para isso, ele utiliza o hardware conectado à CPU do usuário para extrair os dados do jogo e outro conectado ao mouse do jogador.

Assim, o hardware faz a leitura do jogo e manda as informações ao mouse, que faz as ações sem nem precisar ser utilizado. No vídeo exibido pelo youtuber, por exemplo, ele sequer precisava clicar no mouse para conseguir abater um inimigo. E justamente por ser utilizado fora do sistema, ele se torna indetectável em plataformas como ESEA, FACEIT e da própria Valve.

Em entrevista ao youtuber, o criador do cheat revelou que diversos jogadores dessas ligas utilizam o hardware ilegal e que eles já ganharam “milhares de dólares” em competições. No entanto, não é só o cenário do Counter-Strike que é ameaçado com isso. De acordo com ele, diversos jogadores já solicitaram a trapaça para VALORANT e Call of Duty Warzone.