Um dos nomes mais consagrados no cenário profissional e de criação de conteúdo, Gabriel “Bak” Lessa recebia US$ 7 mil para produzir conteúdos exclusivos sobre Free Fire. O valor, que corresponde a cerca de R$ 39 mil na cotação atual, foi apresentado com exclusividade pelo ge em uma reportagem publicada nesta segunda-feira (22).
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A quantia era paga pela Garena, desenvolvedora do Free Fire, em decorrência de um vínculo contratual que a empresa possuía com o jogador. No entanto, Bak recebia o valor por meio da LOUD. Ainda segundo a reportagem, um novo contrato estava sendo negociado pela organização onde esse valor passaria para US$ 20 mil, cerca de R$ 112 mil, por mês.
A informação foi obtida pelo ge por meio de uma série de contratos e trocas de email que estão anexas na ação judicial onde LOUD e Bak se encontram no momento. Até o momento, o processo já conta com mais de 500 páginas e se tornou um ringue de batalha entre as duas partes. Isso porque a organização pede R$ 2,5 milhões para o jogador, que por sua vez pede o pagamento de R$ 931 mil do clube.
De acordo com o documento no qual o site teve acesso, datado de março de 2020, Bak e Garena possuíam um contrato que totalizava US$ 84 mil, cerca de R$ 473 mil na cotação atual. Este valor foi dividido em 12 parcelas mensais de US$ 7 mil e previa o pagamento de 30% para a LOUD até outubro e depois para 20%.
Além disso, Bak ficava proibido de criar ou participar de conteúdo em qualquer outra mídia que envolvesse outros jogos. Em um trecho específico, jogos como PUBG Mobile, PUBG Mobile Lite, Call of Duty Mobile e Marvel Super War eram citados. Ele também deveria criar 60 horas de conteúdo de Free Fire por mês e, no mínimo, oito vídeos.
O jogador era obrigado, por meio do contrato, a estar presente em pelo menos um evento presencial que tivesse a promoção ou o apoio da Garena. Contudo, todos os custos de avião e hospedagem seriam pagos pela empresa, que também era responsável por dar 20 mil diamantes para o jogador por mês, junto com acessos ao cliente de observador e Servidor Avançado.
Caso alguma cláusula não fosse cumprida por Bak, ele e a LOUD estavam sujeitos a arcar com uma multa de R$ 1,5 milhão. O contrato chegou ao fim em fevereiro de 2021 e, de acordo com o ge, a organização estava dando início às negociações para a renovação do acordo. Em um dos emails, a Garena aceitou fazer o reajuste da remuneração para US$ 20 mil por mês.
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