Analista da FaZe Clan, Vyacheslav “innersh1ne” Britvin revelou que duas organizações deixaram de entrar no cenário competitivo de Counter-Strike: Global Offensive em decorrência dos termos “terrorista” e “bomba”. Esta é uma velha discussão que, invariavelmente retorna ao centro das atenções na comunidade há alguns anos.
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De acordo com ele, sem dar detalhes sobre o nome dos clubes, uma das organização faria a estreia no cenário do FPS da Valve, enquanto a outra marcaria o retorno ao Counter-Strike, mas optaram por se manter afastadas por causa de algumas palavras que são utilizadas no jogo. A grande problemática em torno do tema surge porque patrocinadores não querem se associar a esses termos.
“Tudo o que o CS:GO precisa para atingir um nível em termos de esports é mudar a nomenclatura ‘bomba’ e ‘terroristas’. Um exemplo real agora mesmo: duas organizações, uma das quais quer entrar no CS:GO, e a segunda quer voltar, recusaram a fazê-lo precisamente por causa do problema da nomenclatura do jogo”, disse.
Citando como exemplo VALORANT, innersh1ne disse que o FPS da Valve consegue eliminar os termos Contra-Terroristas e Terroristas adotando o simples “Atacante” e “Defensor”. Contudo, ele destacou que falta à Valve observar com atenção para este assunto e se preocupar mais com os esports.
“Tanto para o CS:GO quanto para os esports, será ainda melhor do que o que temos agora. O VALORANT foi capaz de corrigir esse problema no lançamento. Pense um pouco e mude algumas palavras no jogo. Em momentos como este, é uma pena que a Valve não esteja prestando atenção o suficiente aos esportes eletrônicos”, concluiu innersh1ne.
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“Tudo que o cs go precisa para atingir um nivel no e-sport” essa foi uma das frases mais estupidas que vi recentemente e olha que a gente tem o bozo falando asneira todo dia em.
As palavras são minadas, mas os conceitos ficam. Hoje é terrorista, amanhã é atacante, depois de amanhã é jogador ofensivo, na quinta é pato Donald, na sexta é Rivaldo… Podem proibir palavras, mas não conseguem proibir nem ideias nem os conceitos… Não são as palavras que são ofensivas, são os conceito introduzidos na cultura… É estúpido tentar apagar um incêndio com um copo de água quase vazio
Isso é pura frescura. Mudar os termos “terroristas” e “bomba” que estão na essencia do jogo não vai mudar porra nenhuma no combate ao terrorismo e etc. A Valve tem é que ignorar esses caras.
queria entender uma coisa a organizacao que patrocina um jogo patrocina pelo publico do jogo…
Se o publico do jogo nao se importa e o patrocinador que ta se importando?
Muito mimimi pra pouca justificativa.
Eu nem acreditei quando vi essa reportagem, a coisa é simples, se te ofende donzelas, não joguem. Só pra lembrar a galera que foi criada jogando bola de gude no carpete e soltando pipa no ventilador, existem realmente terroristas no mundo e explodem as pessoas. Assim como nos filmes, o jogo só retrata a realidade.
Atirar na cabeça do adversário e deixar a parede cheia de sangue, esfaquear por trás, jogar uma granada para queimar o corpo tudo bem, mas dizer terrorista e bomba não? KKKKKKK empresas patéticas, desistiram é pq não foram capazes de montar uma equipe competitiva e viram que iriam passar vergonha, isso sim
Vao tomar no cu que é.
Nem a própria Valve conseguiu matar o CS com sua incompetência, mas pelo visto o politicamente correto vai acabar conseguindo…
Não é politicamente correto. É uma empresa privada que nao quer se associar aos termos.
Se você não se importa de ter seu nome associado a terrorismo, mesmo de brincadeira, o problema é seu. Só não vem encher o saco de quem não quer.
Não quer seu nom ligado ao termo Terrorista, é simlles , vai patrocinar jogos com a Barbie, opa Barbie nao da também, estereótipo que gente branca e loira. Meu não passa vergonha, vai postar essas asneira em servidores de esquerda.
Kkkkkkkkkkkkkkkkk vai patrocinar Minecraft desse jeito, a não, tem violência contra animais selvagens, hmmm tibia talvez? Não, tem magia naquilo, pessoal não vai querer. Talvez need for speed. Vish, corrida? Vai incentivar violência. Patrocina Farm Simulator então. Vish, vai incentivar desmatamento. É, fica sem patrocinar mesmo, e enfia o dinheiro no… Kkkkkkkkkk
¯\_(ツ)_/¯
Kkkkkkkkkkkkkkkkk vai patrocinar Minecraft desse jeito, a não, tem violência contra animais selvagens, hmmm tibia talvez? Não, tem magia naquilo, pessoal não vai querer. Talvez need for speed. Vish, corrida? Vai incentivar corridas de rua. Patrocina Farm Simulator então. Vish, vai incentivar desmatamento. É, fica sem patrocinar mesmo, e enfia o dinheiro no… Kkkkkkkkkk****
¯\_(ツ)_/¯
O triste é as pessoas não saberem quais empresas se recusaram a patrocinar por esse motivo.
Eu pensaria duas vezes em comprar algo de uma empresa que apoia censura a termos de video-game, por exemplo.
Que bosta cara! O politicamente correto quer impedir até o uso de palavras? Qual foi? O jogo trata uma realidade, gente sem noção é foda! Agora terrorista tem que ser chamado de “atacante” pq a galera do mimimi acha ofensivo.
Tem gente que é uma piada ambulante.
Não quer? Passa longe. CSGO não é pra amadores kkkkk
Quanto se trata de dinheiro, o impossível se torna possível. Se a Valve tiver lucro com a mudança da nomenclatura, eles vão fazer sem exitar. Igual a Riot fez, censurando o Thresh no LoL, pois a China achava “caveira” ofensivo.
É uma pena isso, agora as empresas quer impor censura até nos e-sports.
Eu pensava da mesma forma tempos atras, hoje vejo que essa mudança é totalmente necessária.
Eu não vou te julgar, esse é o seu pensamento eu já pensei assim também.
As palavras têm o sentido que as pessoas lhe dão. Deveriam ler e ver algumas palavras onde participa Ricardo Araújo Pereira, provavelmente o melhor humorista de sempre da língua portuguesa. Entre outras coisas, ele explica que as palavras não são ofensivas, os conceitos inerentes aos significados é que têm certas características das quais não podemos fugir. A palavra terrorista daqui a uns 20/30 anos voltará a ser vista como a palavra correcta e atacante será ofensivo. As palavras velho, idoso, sénior, terceira idade, etc são ofensivas dependendo em que ano estamos. O politicamente correcto não passa de grupo de pessoas que pensa que proibir palavras acaba com os conceitos, mas se os conceitos existem, apagar as palavras nada mais trás do que outra palavra seja ofensiva no futuro e a que era ofensiva volte a ser a correcta