A LOUD lançou, neste último domingo (25), o podcast Resenha com os jogadores da equipe de VALORANT, campeã mundial em Istambul, na Turquia. Felipe “Less” Basso e Matías “Saadhak” Delipetro comentaram que um time europeu pediu para a Riot Games checar as máquinas dos brasileiros durante o Masters Reykjavík, em abril deste ano.
Esta equipe supostamente teria sido a G2 Esports. De acordo com o Less, os jogadores viram as brincadeiras nas redes sociais com o fato do aspas ser cheater e pediram para que fossem realizadas averiguações nos computadores usados pelos brasileiros antes da série válida pelos playoffs do evento na Islândia.
“Teve um certo time que viu lá no Twitter ‘aspas cheater’ e tal. Eles pediram para para verificarem os nossos PCs”, disse o Sentinela da LOUD.
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Saadhak, por sua vez, explicou que é muito difícil usar cheat em jogos da Riot Games. Segundo o IGL da LOUD, é feita uma checagem minuciosa em todos os periféricos dos jogadores, para detectar qualquer irregularidade.
“Querendo ou não é muito difícil cheatar com a Riot. Porque na Islândia mesmo, eles testaram o mouse e teclado no notebook. Mas mesmo assim eles ainda estavam suspeitando”, argumentou o jogador.
Eduardo “Coreano” Martins, streamer da LOUD e co-host ao lado de Bruno “PlayHard” Bittencourt, co-fundador da organização, destacou que o fato do Erick “aspas” Santos ser chamado de cheater pode elevar ainda mais a confiança do jogador nas competições.
“Até certo ponto, isso de você julgar o jogador de cheater pode acabar com a moral dele. Mas até outro ponto pode levar o player para um patamar incrível”, ressaltou Coreano.
PlayHard, por sua vez, também comentou sobre o corrido, que se houvesse mesmo uso de cheat, a equipe não conseguiria enganar o staff das competições por várias vezes. Ele ainda fez um paralelo com o cenário de emulador de Free Fire.
“Os caras ganharam dois VCTs, jogaram internacional, fizeram tudo e acham que vão enganar. Ninguém engana tanto as pessoas”, destacou o dirigente. “Se fosse no Free Fire, eu entenderia, porque literalmente o pessoal quando joga presencial, vai enfiando pen drive e já foi pego várias vezes”, completou PlayHard.

