Letícia Motta arrecada R$ 3 mil para família de jogadora assassinada em São Paulo

Uma das principais personalidades do VALORANT brasileiro, a comentarista Letícia Motta realizou mais uma campanha de arrecadação, agora visando ajudar a família da jogadora Ingrid “Sol” Bueno, assassinada na segunda-feira (22) por outro jogador que conheceu no Call of Duty Mobile.

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Letícia Motta conseguiu arrecadar R$ 3 mil em menos de um dia. Nas redes sociais, a comentarista escreveu: “A doação foi feita em nome da comunidade de esports, de todos os doadores que se comoveram com o acontecido e por todas as mulheres que lutam por um cenário mais igualitário. O que aconteceu não tem a ver com o jogo, mas com misoginia”.

O caso

Sol foi assassinada em Pirituba, zona norte de São Paulo, na casa do jogador que acabou conhecendo no CoD Mobile. O suspeito, de nome Guilherme Alves Costa, confessou o crime quando se entregou a polícia após ser convencido pelo irmão, que foi quem encontrou o corpo da jogadora desacordada. O óbito foi declarado posteriormente pela equipe de resgate chamada pelos policiais que atenderam a chamada.

Guilherme também revelou que cometeu o crime no grupo da organização que fazia parte, a GAMERS ELITE, com direito a imagens do ato. Segundo o clube, que se pronunciou, o suspeito enviou um PDF contendo mensagens de ódio contra cristãos e acenando ao terrorismo. A organização deixou claro que, após ter ciência do ocorrido, procurou as autoridades e que nunca compactuou com qualquer tipo de ato criminoso.

As apurações iniciais dos policiais indicam que Guilherme fugiu após ferir a vítima e que a intenção dele era cometer suicídio na sequência, o que não aconteceu após o irmão convencê-lo de se entregar à polícia. Ao ser questionado sobre o crime cometido no momento em que se entregou, Guilherme garantiu que a sanidade mental estava completamente apta e que assassinou Sol porque quis.

Na delegacia, ele explicou que conheceu a jogadora há pouco mais de um mês. O crime, de acordo com a polícia, foi premeditado, com o suspeito chegando a escrever um livro no qual explicou os objetivos e os motivos que o levaram a assassinar a jogadora da FBI E-Sports. O caso foi registrado como homicídio qualificado.

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