CS2: drop cita cuidado da RED Canids para evitar tomar “decisões na euforia”

drop iem rio 2026
Foto: Leo Sang/ESL

Um dia depois de estrear contra o bicho papão do IEM Rio 2026, a RED Canids conseguiu vencer a Gentle Mates e conquistou, nesta terça-feira (14), a primeira vitória na Cidade Maravilhosa. Após o confronto, André “drop” Abreu conversou com o The Clutch e falou sobre como o time tem tentado controlar as emoções, apesar de ser recheado de jovens.

Drop destacou como a Matilha é muito guiada pela emoção, mas que neste momento sem torcida não se deixa pressionar. Além disso, o In-Game Leader aproveitou para reiterar o que já havia sido revelado por Richard “chayJESUS” Seidy sobre a Vitality conseguir fazer o básico bem feito.

“A gente fala que eles [Vitality] fazem o arroz com feijão, mas não é como se tudo que eles fizessem fosse básico. Eles são muito bons, a reação deles é muito boa, eles conseguem ler o mapa e estão sempre na mesma página. Obviamente, individualmente são muito bons. O que diferencia o arroz com feijão, por assim dizer, seria o carinho que eles têm com as coisas”.

Time de garotos, RED Canids quer melhorar tomadas de decisão sob pressão

Naturalmente, para conseguir executar um Counter-Strike tão bem feito é preciso saber controlar as ações em momentos de pressão vividos no servidor. Para drop, esse é um dos pontos que a RED Canids precisa trabalhar melhor, principalmente por considerar que é um time muito emotivo e que acaba tomando “decisões na euforia”.

“A gente ainda é um time muito emotivo e que se emociona bastante e que quer tomar decisões na euforia e não sempre com pensamento racional.”

A situação acaba sendo amenizada pelo fato de que a fase de grupos do IEM Rio é disputada sem torcida. Para ele, isso é algo que acaba tranquilizando os jogadores. Entretanto, reconhece que cada um acaba agindo de forma individual de acordo com as ações da partida.

“Por ainda não termos a torcida, quando você tá dentro do server, acaba não rolando. Pelo menos comigo, mas cada jogador reage de uma forma. Eu fico um pouco mais pra baixo, mais estressado, os meninos acabam ficando mais ansiosos. Cada um enfrenta de uma maneira. É algo que temos trabalhado com o nosso psicólogo, para atingir um nível que não afete a gente jogando. A parte do psicológico é algo que trabalhei e consigo estar em um nível um pouco melhor hoje”, revelou o IGL.

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