Nicholas “guerri” Nogueira e Alessandro “Apoka” Marcucci seguem impossibilitados de participar de um Major de CS:GO. Um dos chefões da FURIA, André Akkari informou nesta sexta-feira (14) que a Valve decidiu manter o banimento da dupla para o IEM Rio Major, não atendendo assim a revisão de pena da ESIC.
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No Twitter, Akkari afirmou que a Valve argumentou que atendeu à ESIC nas punições e ignorou a justa revisão de um bug do próprio jogo. “Meu irmão e ídolo guerri está impedindo de trabalhar com o que ele mais ama, no evento histórico no seu país depois de ter provado 100% de inocência”, escreveu.
(2/3) Argumentaram que atenderam a ESIC nas punições e ignoraram a justa revisão das mesmas de um bug do próprio jogo dela. Meu irmão e ídolo Guerri esta impedido de trabalhar com o q ele mais ama, no evento histórico no seu país depois de ter provado 100% de inocência.
— andre akkari (@aakkari) October 14, 2022
Guerri também se pronunciou na rede social, dizendo que a decisão da Valve é injusta porque “quem fez a investigação entendeu que meu erro foi de não desconectar da partida e não abusar do bug”. Ainda segundo o treinador, a Valve “não quis utilizar” a revisão de pena da ESIC, o que, na teoria, o tornaria apto a estar presente no Major do Rio.
3/3
— guerri (@guerri) October 14, 2022
Porém a Valve NÃO quis utilizar o recálculo da ESIC e eu continuo banido.
Lutei muito pra chegar até aqui, sou apaixonado pelo que faço e essa INJUSTIÇA não vai me parar.
Nós vemos nas arquibancadas do Major! ❤️
Guerri e Apoka foram banidos em meados de 2020 por, supostamente, terem abusado do bug do coach. Mas, em reviravolta em maio deste ano, após pedido dos brasileiros, a comisão recalculou as punições e liberou a dupla para participar de torneios oficiais, como o Major. A Valve, contudo, ignorou a entidade.
Com a recusa da desenvolvedora, guerri passa a estar livre somente no primeiro Major de 2024 e a punição de Apoka segue sendo permanente.

