CBLOL: “Ela mostrou que a gente tinha potencial de vencer”, afirma Robo sobre psicóloga

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A paiN Gaming garantiu vaga nas semifinais após uma virada histórica sobre a LOUD por 3 a 2 neste último sábado (27). Com isso, Leonardo “Robo” Souza conversou com os jornalistas a respeito da série e as expectativas para o confronto contra o Flamengo Esports.

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O jogador começou falando sobre jogar de tanque. Ele afirmou que não aguentava mais jogar com esse tipo de campeão e que precisava mudar para ajudar a equipe a vencer a série.

“As [partidas da final do 2º Split de 2020] que eu perdi foram muito parecidas com os dois primeiros jogos. Eu já havia dado entrevista essa semana falando que não aguentava mais. Eu cheguei pro time e disse que não queria jogar de tanque, queria pegar lutador porque sei que consigo abrir espaço para o time”, contou Robo.

Além disso, ele também falou se tivesse continuado na linha de frente, a paiN poderia ter dado adeus aos playoffs no jogo contra a LOUD.

“A gente viu que eu ficar de tanque não estava dando certo. Eu falei que não ia dar certo, e se arriscássemos [continuar], poderíamos ser eliminados ali”, completou.

Robo também citou o trabalho feito pela Luciana Nunes, psicóloga da equipe, como parte fundamental na busca pela virada na série: “Ao mesmo tempo, a nossa psicóloga deu um sacode na gente depois do terceiro jogo. E juntando tudo isso, a gente acordou pra série e mostramos que podemos ser dominantes”.

Ele conta que a psicóloga tem sido peça-chave para elevar o ânimo da paiN e os manter motivados durante este primeiro semestre.

“A gente já vem trabalhando com ela [Luciana] desde o início do segundo turno. Em dia de jogo não tem muito o que preparar, mas o principal foi que ela notou que estávamos bastante abatidos. Aí ela deu uma sacodida no elenco, nos ajudou bastante no melhor momento de nossa equipe e mostrou que a gente tinha potencial de vencer”, revelou Robo.

A respeito da constante presença de Mateus “Mewkyo” Ferraz na rota inferior dos tradicionais, Robo disse que foi necessário mudar o plano de jogo a partir da leitura feita nos dois primeiros jogos da série. Segundo ele, ao notar a maneira de jogar do adversário, foi preciso tentar outra estratégia para impactar mais no jogo.

“Sabíamos que eles gostavam de jogar para a bot lane e acabou que por alguns erros, não conseguimos confrontá-los nos dois primeiros jogos. E quando percebemos isso, notamos que precisávamos punir em outros lugares, e foi aí que notamos que era necessário mudar. Procuramos maneiras para que eu pudesse impactar mais na rota do Tin, ajudar o Cariok, ele me ajudar e jogar mais solto, por assim dizer”, disse o topo da paiN.

Em relação à posição de carry, Robo contou que jogar com esse tipo de campeão o deixou animado e que a possibilidade de mudar para a posição é uma carta na manga do time.

“Quando joguei de carry e começou a funcionar, desde a metade do Split, fiquei contente porque sabia que eu era bom. Mas, não estava tendo janelas e nós como time não sabíamos como exercer isso. Acabou que, de um tempo pra cá, conseguimos encaixar, então é uma arma que tenho e isso é uma coisa muito boa”, revelou.

Por fim, sobre o confronto contra o Flamengo Esports, Robo afirma que será necessário focarem em si para manterem a consistência no duelo das semifinais.

“A mentalidade é a mesma, vencer. Sabemos da nossa capacidade de vencer o CBLOL e, mesmo com altos e baixos nesse split, treinando estratégias mesmo dando certo ou errado. O foco é realmente vencer, focar em nós mesmos e não cometer os mesmos erros, por exemplo, dos primeiros jogos, pois sabemos que isso pode comprometer uma semifinal ou final, e ir com tudo para cima do Flamengo”, finalizou.

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