VALORANT: Saadhak sobre a final superior: “Vamos com o pé no chão”

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Foto: Lance Skundrich/Riot Games

Em classificação histórica para a final da chave superior do VALORANT Masters Reykjavík, o capitão da LOUD, Mathias “Saadhak” Delipetro, conversou com o The Clutch sobre o duelo contra a G2 Esports, realizado neste domingo (17). O argentino falou sobre a inédita ida de um time brasileiro para o top 3 mundial, as lições tiradas da estreia contra a Liquid e a preparação para a OpTic Gaming, que enfrentam na sexta-feira (22).

No começo da entrevista, Saadhak se mostrou muito feliz pelo resultado e destacou a dedicação do grupo na busca pelo feito histórico para a região.

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“Estou totalmente emocionado, feliz. Estou vendo o nosso esforço realmente sendo pago, sabe. Porque a gente se esforça, treinamos muito, fazemos um monte de coisa, indo além. Então, estou muito feliz”, afirmou o argentino.

Em relação às falhas nos pistol rounds cometidos contra a Liquid, o capitão da LOUD diz que houve melhora, porém pontua que ainda dá para o time ser mais forte neste sentido.

“A questão dos pistols, notamos que estavam sendo horríveis. Então, meio que paramos para pensar no que fazer, qual seria o próximo passo nessa situação e meio que a gente arrumou. Não está 100%, mas está melhor que na estreia”, pontuou Mathias.

Além disso, ele também comentou sobre o “apagão” do time na Haven na estreia. De acordo com Saadhak, o fato do Erick “aspas” Martins ter testado negativo para Covid-19 e estar junto dos demais atletas ajudou na dinâmica da equipe. O argentino, inclusive, destacou o grande desempenho de Felipe “Less” Basso, que jogou separado do time dessa vez.

“Sobre entrar desligado, graças a Deus temos o Aspas do nosso lado, e isso ajudou o time a entrar mais ligado. Ter ele do nosso lado nos deixa mais concentrado. O Less, mesmo estando em quarentena, amassou. Então foi outra coisa que trabalhamos: entrar ligado no jogo”, destacou.

A respeito da escolha de Chamber para as mãos de Bryan “pANcada” Martins, Saadhak afirmou que o time todo está preparado para trazer escolhas flexíveis ao longo das partidas e que o foco não está em qual agente eles irão trazer.

“O pANcada é uma pessoa muito flexível na hora de escolher um agente. Ele mostrou que mesmo jogando de Controlador pode jogar com qualquer coisa. A gente não tem limite, fizemos um time que todos podem jogar com o que for e que o importante não é se ater ao agente e sim em como queremos jogar o mapa”, comentou.

Por fim, ele disse que o time terá um dia para descanso, mas que logo iniciará a preparação para a final contra a OpTic. Além disso, destacou a importância da vitória para o Brasil neste Masters Reykjavík.

“Amanhã vamos descansar porque está sendo uma semana com muito treino, e depois vamos começar a preparação para a OpTic do mesmo jeito que nos preparamos para a Liquid e para a G2. Sabemos que não é fácil, é nossa primeira final internacional como time e como representante do Brasil. É muita coisa para a gente conversar e vamos com o pé no chão”, finalizou Saadhak.

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