VALORANT: Jogadora é banida de torneios por jogar diversas vezes ao lado de cheaters

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Sophia “Slaze” Ramirez não poderá disputar torneios oficial de VALORANT pelo período de três meses. A jogadora foi suspensa pela Riot Games, nessa quinta-feira (29), porque, de acordo com a desenvolvedora, a atleta vinha jogando constantemente com cheaters.

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Em comunicado, a empresa explicou que Slaze praticou ‘bussing’, que é quando um jogador está intencionalmente na fila ranqueada junto de trapaceiros para subir de ranque, o que não é permitido pelos Termos de Uso do VALORANT.

Como Slaze foi registrada por uma equipe na terceira edição do Game Changers Series norte-americano, a conta da jogadora foi investigada, e a Riot viu que em setembro, Slaze entrou na fila ranqueada junto de um cheater em dez partidas, vencendo oito delas.

Tal trapaceiro foi banido, enquanto a atleta e os demais jogadores que participaram das partidas foram notificados pela empresa. Contudo, Slaze e o cheater jogaram outras oito vezes em contas diferentes.

A Riot disse ainda que em uma investigação mais profunda, descobriu que Slaze, após receber o aviso no jogo, continuou a realizar a prática com o cheater. Nos últimos 28 dias, a atleta recebeu a notificação diversas vezes, mas seguiu em quatro contas diferentes.

No levantamento que fez, a desenvolvedora viu que 77% do MMR ganho por Slaze veio de partidas disputadas com algum cheater, enquanto 60% das partidas contou com o trapaceiro em questão.

O caso envolvendo Slaze eclodiu no início desta semana, quando a jogadora foi suspensa do Game Changers Series após o Vanguard encontrar evidências de que ela praticava boosting, ato de upar o ranque de uma outra pessoa, o que é proibido não só pelo regulamento das competições oficiais, como também pelo termos de uso do FPS.

No Twitter, Slaze rebateu a Riot Games dizendo que nunca jogou “com alguém que está trapaceando”.

“Nunca vi ninguém com quem joguei ser banido por cheatar. O cara com que joguei também não foi banido, então isso simplesmente não faz sentido. Ele não foi banido e eu não fui banido. Então, como estou jogando com um trapaceiro?”, disse.

Slaze fazia parte da Polaris, única equipe sem organização classificada para a terceira edição do Game Changers Series norte-americano. O time, inclusive, correu risco de perder a vaga por conta da atleta.

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